Após três meses de espera, a família de Antônio Rodrigues Júnior, de 46 anos, finalmente recebeu o corpo do paranaense e pôde realizar a despedida.
Morador de Céu Azul, no Oeste do Paraná, Antônio desapareceu em maio, em Foz do Iguaçu, enquanto aguardava a esposa realizar compras em Cidade do Leste, no Paraguai.
Seis dias depois, em 16 de maio, o corpo foi encontrado no Rio Paraná, na região de Porto Leoni, na província de Misiones, na Argentina. Desde então, a família aguardava a confirmação oficial da identidade e a liberação para que o corpo pudesse ser trasladado ao Brasil.
Segundo a viúva, Adriane, o exame de DNA confirmou que o corpo era de Antônio. Antes mesmo do resultado, familiares já haviam reconhecido características como as roupas e um anel que ele utilizava no dia do desaparecimento.
Período de espera foi marcado pelo sofrimento
A confirmação trouxe, ao mesmo tempo, alívio por permitir a despedida e sofrimento à família, que durante meses aguardou uma definição sobre o paradeiro de Antônio.
“Foi bem difícil. A gente tinha esperança de que saísse mais rápido, porque nós tínhamos certeza que era ele e a gente queria que não fosse, na verdade. Foi bastante sofrimento”, relatou Adriane.
A viúva também destacou o impacto da situação para a filha do casal, que ainda é menor de idade.
“Ele tem filha pequena, de menor, e até ela entender e tudo, nós passamos por bastante sofrimento”, contou.
Com a confirmação da identidade e a liberação do corpo, a família finalmente pôde realizar os procedimentos funerários e se despedir de Antônio após meses de incerteza.
Informações G1
