O Serviço Família Acolhedora de Francisco Beltrão busca ampliar a participação de famílias no acolhimento temporário de crianças e adolescentes afastados de seus lares por determinação judicial. Em funcionamento há mais de sete anos, o programa oferece cuidado individualizado e convivência familiar durante períodos de vulnerabilidade.
A iniciativa ganha destaque durante a Semana Municipal pela Conscientização do Acolhimento Familiar, que busca divulgar o serviço e incentivar novas adesões.
Segundo a psicóloga e coordenadora Fernanda Abreu, o acolhimento proporciona uma rotina familiar e acompanhamento individualizado. Para participar, os interessados passam por cadastro, avaliação, capacitação e habilitação, além de receber suporte da equipe técnica.
Um dos critérios é não ter intenção de adotar, pois o acolhimento é provisório. O trabalho busca viabilizar o retorno seguro à família de origem ou, quando necessário, outras medidas previstas em lei.
A mãe acolhedora Sandra Araújo, que está em seu quinto acolhimento, destaca a importância da responsabilidade, do carinho e da escuta, especialmente no atendimento a adolescentes.
Os interessados em se tornar famílias acolhedoras podem procurar a equipe do serviço no anexo da Casa Abrigo Anjo Gabriel, em Francisco Beltrão, ou entrar em contato pelas redes sociais do programa. A equipe também realiza visitas domiciliares para orientar as famílias interessadas.
Com informções RBJ