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Gasolina chega a R$ 7,59 no Paraná; em Francisco Beltrão valor vai até R$ 6,84; veja cidades com combustível mais caro e mais barato

Pesquisa mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis revelou preços em 23 cidades e concluiu que litro da gasolina está variando de R$ 6,19 a R$ 7,59 no estado

Gasolina chega a R$ 7,59 no Paraná; em Francisco Beltrão valor vai até R$ 6,84; veja cidades com combustível mais caro e mais barato
Foto: Divulgação
 

O preço do litro da gasolina comum chegou a R$ 7,59 no Paraná, de acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor foi encontrado em um posto de Castro, cidade dos Campos Gerais que fica próxima a Ponta Grossa.

Em Francisco Beltrão, o preço da gasolina comum varia entre R$ 6,35 e R$ 6,84 o litro, conforme levantamento realizado em nove postos da cidade.Veja todos os valores encontrados abaixo. Veja todos os valores encontrados abaixo.

Em contrapartida, a pesquisa indica que o combustível mais barato do Paraná está sendo vendido por R$ 6,19 em Foz do Iguaçu (no Oeste) e em Campo Mourão (no Centro-Oeste).

Os dados são referentes ao levantamento mais recente da ANP, feito na semana de 12 a 18 de abril e divulgado na quarta-feira (22). A pesquisa abrangeu 263 postos de combustíveis de 23 cidades do estado.

No Brasil, o preço mais caro da gasolina é R$ 9,59 o litro, em Guarujá (SP), e o mais barato R$ 5,59, em São Paulo e Itapecerica da Serra (SP).

No Sul, o valor mais alto encontrado foi R$ 7,66, em Bagé (RS) — sendo Castro o segundo lugar. O mais barato foi R$ 6,17, em Cachoeirinha (RS).

Preços da gasolina comum no Paraná

Confira, abaixo, os dados do levantamento feito pela ANP na semana de 12 a 18 de abril no Paraná:

  • Apucarana: de R$ 6,58 a R$ 6,89 o litro (9 postos pesquisados)

  • Arapongas: de R$ 6,39 a R$ 6,99 o litro (9 postos pesquisados)

  • Araucária: de R$ 6,49 a R$ 6,99 o litro (8 postos pesquisados)

  • Cambé: de R$ 6,69 a R$ 7,19 o litro (8 postos pesquisados)

  • Campo Largo: de R$ 6,59 a R$ 6,99 o litro (8 postos pesquisados)

  • Campo Mourão: de R$ 6,19 a R$ 6,59 o litro (6 postos pesquisados)

  • Cascavel: de R$ 6,59 a R$ 6,89 o litro (15 postos pesquisados)

  • Castro: de R$ 6,99 a R$ 7,59 o litro (8 postos pesquisados)

  • Cianorte: de R$ 6,69 a R$ 6,79 o litro (9 postos pesquisados)

  • Cornélio Procópio: de R$ 6,79 a R$ 6,99 o litro (8 postos pesquisados)

  • Curitiba: de R$ 6,73 a R$ 7,19 o litro (33 postos pesquisados)

  • Foz do Iguaçu: de R$ 6,19 a R$ 6,69 o litro (13 postos pesquisados)

  • Francisco Beltrão: de R$ 6,35 a R$ 6,84 o litro (9 postos pesquisados)

  • Guarapuava: de R$ 6,29 a R$ 6,69 o litro (14 postos pesquisados)

  • Londrina: de R$ 6,29 a R$ 7,38 o litro (19 postos pesquisados)

  • Maringá: de R$ 6,39 a R$ 6,99 o litro (17 postos pesquisados)

  • Paranaguá: de R$ 6,69 a R$ 6,99 o litro (9 postos pesquisados)

  • Paranavaí: de R$ 6,69 a R$ 6,99 o litro (5 postos pesquisados)

  • Ponta Grossa: de R$ 6,39 a R$ 6,99 o litro (16 postos pesquisados)

  • Santo Antônio da Platina: de R$ 6,89 a R$ 7,19 o litro (6 postos pesquisados)

  • São José dos Pinhais: de R$ 6,89 a R$ 7,19 o litro (12 postos pesquisados)

  • Toledo: de R$ 6,29 a R$ 7,25 o litro (10 postos pesquisados)

  • Umuarama: de R$ 6,59 a R$ 7,09 o litro (12 postos pesquisados)

Preço máximo:

  • Em um mês, subiu R$ 0,10 (em março de 2026 o maior valor era R$ 7,49, também em Castro)

  • Neste ano, subiu R$ 0,50 (em janeiro de 2026 o maior valor era R$ 7,09, também em Castro)

  • No período de um ano, subiu R$ 0,60 (em abril de 2025 o maior valor era R$ 6,99, em Curitiba e região metropolitana)

Preço mínimo:

  • Em um mês, subiu R$ 0,30 (em março de 2026 o menor valor era R$ 5,89, em Ponta Grossa)

  • Neste ano, subiu R$ 0,50 (em janeiro de 2026 o menor valor era R$ 5,69, em Londrina e Campo Mourão)

  • No período de um ano, subiu R$ 0,40 (em abril de 2025 o menor valor era R$ 5,79 em Maringá e Campo Mourão)

Reflexo da guerra no Oriente Médio

Em nota, o Paranapetro, sindicato que representa os postos de combustíveis do estado, atribui a alta dos preços aos aumentos repassados pelas distribuidoras aos postos, principalmente após o início da guerra no Oriente Médio.

Pouco após o conflito se intensificar, postos de combustíveis do Paraná e outras regiões do Brasil começaram a aumentar os valores da gasolina nas bombas alegando reflexos nas distribuidoras. Por conta disso, a fiscalização aumentou. No fim de março, por exemplo, a Polícia Federal fiscalizou postos no Paraná por suspeita de preços abusivos. O Procon do Paraná também fez ações.

"As distribuidoras costumam repassar as altas com grande agilidade para os postos. Já no caso das baixas, demoram ou não repassam na íntegra. Deste modo, os postos não podem ser responsabilizados pela velocidade e dimensão destes repasses, uma vez que são obrigados a comprar das distribuidoras", diz o Paranapetro.

Em 31 de março, o Paraná aderiu ao programa do Governo Federal para reduzir o preço do óleo diesel, tentando conter o aumento dos preços nas bombas. Com isso, o estado passou a dividir com a União o subsídio de até R$ 1,20 por litro de diesel importado, ficando cada parte responsável por R$ 0,60.

Como denunciar preços abusivos

Caso consumidores notem preços abusivos, o Procon do Paraná orienta que registrem denúncias pelos seguintes canais:

  • Site oficial do Procon-PR, com formulário de reclamação

  • Plataforma Consumidor.gov.br, do Governo Federal

  • Atendimento presencial nas unidades do órgão no estado

O que diz o setor

Paranapetro
Imediatamente após o início da guerra no Oriente Médio, as distribuidoras começaram a repassar grandes aumentos aos postos — maiores no diesel, mas também na gasolina.
Desde então, continuaram os reajustes ao longo das semanas seguintes.
Como os postos são obrigados a comprar das distribuidoras, a dimensão e velocidade dos aumentos dependem dessas empresas.
As altas são repassadas rapidamente, mas as quedas nem sempre.
Por isso, os postos não podem ser responsabilizados diretamente.

Procon de Castro
O órgão realiza pesquisas periódicas e fiscalizações mensais em postos, verificando preços, notas, qualidade e quantidade de combustível.
A legislação garante liberdade de preços, sem interferência direta do poder público.
No entanto, aumentos injustificados são fiscalizados.
Segundo o Procon, os reajustes em Castro refletem aumentos das distribuidoras, não sendo considerados ilegais.
O órgão afirma ainda que não reconhece o valor de R$ 7,59 como preço da gasolina comum no município.

G1

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