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Epidemiologia alerta para picadas de escorpiões e outros animais peçonhentos e reforça cuidados com a dengue

De acordo com o enfermeiro da epidemiologia, Marcos Bortolanza, é importante que a população cuide e não acumule lixo ao redor das moradias, a exemplo de entulhos diversos, latas, cacos de telhas e outros objetos que possam acumular água

Epidemiologia alerta para picadas de escorpiões e outros animais peçonhentos e reforça cuidados com a dengue
Foto: Reprodução

A Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica, registrou neste ano alguns acidentes com animais peçonhentos em São Miguel do Oeste, entre eles escorpiões.

O setor alerta para que a população fique atenta à presença destes animais, que habitam embaixo de pedras, tijolos, telhas e nas fendas de árvores, e se alimentam de aranhas, baratas, grilos e moscas.

De acordo com o enfermeiro da epidemiologia, Marcos Bortolanza, é importante que a população cuide e não acumule lixo ao redor das moradias, a exemplo de entulhos diversos, latas, cacos de telhas e outros objetos que possam acumular água.

Bortolanza ressalta ainda, que os locais que podem servir de passagem para estes animais peçonhentos, devem ser fechados, que as pessoas precisam tomar cuidado com roupas e calçados, antes do uso, e que preservar os inimigos naturais dos escorpiões, como por exemplo, sapos, lagartos, corujas e galinhas.

Em caso de acidente, o local da picada deve ser lavado com água e sabão e, em seguida, a pessoa deve ser levada a um hospital, unidade de saúde ou UPA 24h. Mais informações no (49) 3631 2010 ou (49) 9 9196 3934.

Casos de dengue em São Miguel são menores que em 2020

Cinco casos foram registrados até o momento; em 2020, foram 109 casos neste mesmo período, mas o número de focos do mosquito continua alto, e Secretaria de Saúde pede que população reforce os cuidados

O Município de São Miguel do Oeste registrou até o momento, em 2021, cinco casos de dengue. Foram quatro autóctones (contraídos na cidade) e um importado (contraído em outro município). Três dos cinco pacientes infectados são residentes no bairro Agostini e dois no Salete.

No ano passado, neste mesmo período, haviam sido confirmados 109 casos da doença em São Miguel do Oeste. Por outro lado, o número de focos do mosquito Aedes aegypti, segundo o Departamento da Dengue, continua preocupante. Nos primeiros quatro meses do ano passado, foram 306; em 2021, são 344 até o momento.

A Secretaria de Saúde alerta para a necessidade da população reforçar os cuidados de prevenção à doença, eliminando qualquer depósito de água que possa servir para proliferação do mosquito, mantendo limpos os quintais, calhas e recipientes diversos.

"Percebemos que o número de casos está sob controle até o momento, mas os focos do mosquito estão entre nós, e os riscos de contaminação são reais. Nossa equipe prossegue com seu trabalho a todo vapor, mas é preciso que cada um faça a sua parte", ressalta.

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Da redação com assessoria 

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