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Paraná define novos valores do piso salarial estadual para 2026

Maior faixa chega a R$ 2.407,90 e mantém o Estado com o maior salário mínimo regional do Brasil

Paraná define novos valores do piso salarial estadual para 2026
Foto: Felipe Henschel/AEN
 
O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda do Paraná (CETER) aprovou os novos valores do piso salarial estadual, válidos de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026. A última faixa foi fixada em R$ 2.407,90, enquanto o salário mínimo nacional é de R$ 1.621. A medida reforça a política de valorização do trabalho no Estado e mantém o Paraná como referência nacional na proteção da renda dos trabalhadores.

Com a atualização, o Grupo I passa a ter piso de R$ 2.105,34, destinado a trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca. O Grupo II terá o valor de R$ 2.181,63, abrangendo trabalhadores dos serviços administrativos, comércio, reparação e manutenção. Já o Grupo III foi fixado em R$ 2.250,04, voltado aos trabalhadores da produção de bens e serviços industriais. O Grupo IV, que contempla técnicos de nível médio, terá piso de R$ 2.407,90.

Os novos valores são aplicáveis às categorias que não possuem piso definido em Lei Federal, Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. A definição levou em conta critérios técnicos previstos em lei, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo IBGE, além da política nacional do salário mínimo, respeitando as especificidades de cada segmento do mercado de trabalho.

O texto aprovado pelo CETER segue agora para publicação no Diário Oficial do Estado e, posteriormente, servirá de base para a elaboração da minuta de decreto que será encaminhada à Casa Civil.

O secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Do Carmo, destacou que a aprovação é resultado de um esforço conjunto entre governo, trabalhadores e empregadores. Segundo ele, o piso salarial do Paraná é fruto de uma construção coletiva que equilibra a realidade econômica com a proteção ao trabalhador, reafirmando o compromisso do Governo do Estado com o diálogo social e decisões democráticas.

Do Carmo também ressaltou que a valorização do piso estadual está alinhada às políticas de qualificação profissional e geração de empregos desenvolvidas pelo Estado, fortalecendo a economia e ampliando oportunidades para a população paranaense.

O presidente do CETER, Luiz Roberto Romano, enfatizou o papel institucional do Conselho no processo, destacando a maturidade das bancadas governamental, patronal e dos trabalhadores. Ele reforçou que todas as decisões foram tomadas com base em dados, diálogo e responsabilidade social, garantindo um consenso que beneficie a sociedade como um todo.

A Resolução nº 632/2026 prevê ainda que, caso haja alteração do salário mínimo nacional ao longo de 2026, o Conselho poderá deliberar novamente sobre os valores dos pisos estaduais, assegurando atualização e flexibilidade conforme os critérios legais.

AEN

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