O bebê que teve a costela quebrada e outros machucados pelo corpo recebeu alta na quarta-feira (1°) após quase um mês internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Umuarama, no noroeste do Paraná, segundo a Polícia Civil.
O caso foi registrado no dia 7 de fevereiro. O recém-nascido foi internado na UTI em estado grave com diversos ferimentos e fraturas pelo corpo após dar entrada em um hospital particular em Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná. Relembre o caso mais abaixo.
Os pais da criança, de 22 e 23 anos, continuam presos preventivamente após laudo médico apontar as agressões, além de marcas de sangue em portas e lenços umedecidos com material semelhante ao sangue na casa dos suspeitos.
O g1 tenta localizar a defesa dos suspeitos.
De acordo com a delegada Karine Bischoff, o bebê foi encaminhado para um abrigo temporário e aguarda a Justiça definir a guarda do bebê.
Relembre o caso
À época, o bebê com 17 dias, foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) a pedido dos próprios pais alegando que a criança havia se machucado. Ao chegar no hospital de Cruzeiro do Oeste, a equipe médica constatou que o laudo apontou que o recém-nascido foi agredido.
Um homem e uma mulher, de 22 e 23 anos respectivamente, foram presos preventivamente no dia 7 de fevereiro suspeitos de agredirem o filho.
A criança foi internada na madrugada do mesmo dia, em estado grave, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Umuarama. Segundo a polícia, ela estava com diversos ferimentos e fraturas pelo corpo.
Inicialmente o casal foi ouvido e liberado, mas a polícia voltou atrás e decretou a prisão preventiva da mulher e do homem. Eles alegaram que a criança se machucou sozinha, na cama.
Conforme apurou o g1, o homem foi encaminhado para a cadeia pública de Umuarama. A mulher foi encaminhada para a cadeia de Goioerê. A reportagem tenta localizar a defesa dos suspeitos.
O laudo médico constatou que o bebê chegou ao hospital com hematomas no tórax, fraturas na costela, corte no pé, insuficiência respiratória e desidratação.
G1PR