Começou nesta semana uma mobilização nacional para coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. No Paraná, a ação conta com 19 pontos de atendimento e segue até sexta-feira (28).
A coleta é gratuita e indolor e tem como objetivo auxiliar na identificação de pessoas que foram encontradas vivas ou mortas, mas que ainda permanecem sem identificação nos bancos de dados estaduais e nacional.
O material genético coletado dos familiares será comparado com os perfis disponíveis nas bases de dados, aumentando as possibilidades de estabelecer vínculos genéticos e ajudar na localização e identificação de pessoas desaparecidas.
A orientação é que participem, preferencialmente, familiares de primeiro grau, como pais, mães, irmãos e filhos.
Para realizar a coleta, é necessário apresentar um documento de identificação e informações relacionadas ao boletim de ocorrência registrado no caso do desaparecimento.
No Paraná, os atendimentos estão disponíveis em cidades como Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Paranaguá, Pato Branco e Guarapuava.
A mobilização busca ampliar o número de perfis genéticos cadastrados e fortalecer o trabalho de identificação, oferecendo uma possibilidade adicional para que famílias possam obter respostas sobre parentes desaparecidos.
Informações aerp.org.br