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Estado lidera ranking nacional de implantes cocleares e se destaca em saúde auditiva

Estado ampliou número de cirurgias e oferece tratamento gratuito pelo SUS, beneficiando centenas de pacientes

Estado lidera ranking nacional de implantes cocleares e se destaca em saúde auditiva
Foto: SESA

O Paraná se consolidou como referência nacional em saúde auditiva de alta complexidade. Nos últimos anos, o Estado saltou das últimas posições para o primeiro lugar no ranking de implantes cocleares por milhão de habitantes, passando de 2,1 em 2016 para 18,0 atualmente.

Entre 2019 e 2025, foram realizados 651 implantes cocleares na rede pública de saúde paranaense. Todos os procedimentos, assim como o acompanhamento, são ofertados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com investimentos superiores a R$ 41,7 milhões no período.

O implante coclear, conhecido como "ouvido biônico", é um dispositivo eletrônico de alta tecnologia que estimula diretamente o nervo auditivo. Diferente dos aparelhos convencionais, que apenas amplificam o som, ele permite que pessoas com perda auditiva severa ou profunda voltem a perceber sons.

O procedimento pode ser realizado em pacientes de diferentes idades, desde bebês a partir dos seis meses até idosos, desde que haja indicação médica. Apesar de ser uma cirurgia delicada, é considerada de baixo risco clínico.

Após o implante, o paciente passa por um processo de adaptação e reabilitação, com acompanhamento de especialistas, incluindo médicos otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos, fundamentais para o sucesso do tratamento.

Segundo especialistas, ainda há desconhecimento sobre o procedimento, já que apenas cerca de 5% das pessoas que poderiam se beneficiar de tecnologias auditivas implantáveis utilizam esse tipo de recurso.

Mesmo assim, o cenário vem mudando. Há oito anos, eram realizados cerca de 30 implantes por ano no Estado. Atualmente, esse número é alcançado em aproximadamente dois meses, demonstrando a ampliação do acesso e da oferta do serviço.

Histórias de pacientes mostram o impacto positivo do tratamento. Pessoas que perderam a audição voltaram a se comunicar, retomar atividades profissionais e melhorar a qualidade de vida após o implante.

O acesso ao tratamento começa pela Unidade Básica de Saúde (UBS), que encaminha o paciente para avaliação especializada. A rede pública oferece desde os exames até a cirurgia e o acompanhamento pós-operatório.

AEN

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