A concessão, manutenção e renovação de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passarão por mudanças relacionadas à biometria dos beneficiários.
A partir de 1º de janeiro de 2027, quem não possuir cadastro biométrico válido em uma das bases aceitas pelo governo precisará emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN) para solicitar benefícios do INSS.
Até 31 de dezembro de 2026, a biometria poderá ser cadastrada por meio da emissão da CIN, da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou do título de eleitor.
Já a partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN será a única base biométrica aceita para movimentações relacionadas aos benefícios do INSS.
Para o público geral, o modelo antigo do RG poderá ser utilizado até 28 de fevereiro de 2032, desde que esteja em bom estado de conservação. Caso o documento apresente rasuras, dados ilegíveis, rasgos ou tenha uma fotografia que não permita mais o reconhecimento do rosto, será necessário emitir a CIN.
A primeira via da Carteira de Identidade Nacional é gratuita.
A CIN utiliza o CPF como número único de identificação e também pode reunir informações de outros documentos em sua versão digital.
Como emitir a Carteira de Identidade Nacional
O agendamento para emissão da CIN é realizado pelo portal ou aplicativo oficial do governo estadual. Após escolher o serviço, o cidadão deve selecionar a data e o local de atendimento.
Apesar do agendamento ser feito pela internet, a emissão precisa ser realizada presencialmente. No atendimento, são conferidos os documentos, coletada a biometria, feita a assinatura e registrada a fotografia oficial.
É necessário apresentar a certidão de nascimento ou de casamento, em formato físico ou digital, além de informar o CPF e o endereço residencial.
Após a emissão da versão física, o cidadão também pode acessar a versão digital da Carteira de Identidade Nacional pelo aplicativo Gov.br.
NSC
