As pessoas que ainda não possuem cadastro biométrico ganharam um novo prazo para regularizar a situação por meio da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). O período teve início na segunda-feira (6) e segue até 31 de dezembro de 2026.
A mudança foi oficializada pela portaria nº 2.907/2026, publicada no Diário Oficial da União. Antes, o prazo final era 30 de abril de 2026, e passaria a impactar diretamente quem buscasse benefícios sociais a partir de maio.
O cadastro biométrico consiste no registro das impressões digitais e da foto do rosto do cidadão em uma base de dados do governo federal. O objetivo é garantir mais segurança, confirmando a identidade do beneficiário e evitando fraudes.
A CIN possui número único nacional e pode ser emitida em formato físico ou digital. A primeira via em papel é gratuita.
Além disso, o governo definiu que biometrias já existentes como as do título de eleitor (TSE), da CNH ou de passaportes continuarão válidas para concessão e manutenção de benefícios sociais até 31 de dezembro de 2027, desde que tenham sido feitas até o fim de 2026.
A partir de 1º de janeiro de 2028, apenas a biometria vinculada à nova CIN será aceita para esses serviços.
Para emitir o documento, é necessário fazer o agendamento no site oficial, escolher uma data e comparecer ao posto de identificação com certidão de nascimento ou casamento. A versão digital também permite incluir outros documentos, como CNH e título de eleitor.
Quem já possui a nova Carteira de Identidade Nacional não precisa refazer o cadastro.
A nova portaria também prevê a implantação do Serviço de Verificação Biométrica, que permitirá aos órgãos confirmar a identidade dos cidadãos por meio de dados como digitais e reconhecimento facial, aumentando a segurança no acesso aos benefícios.
Agência Brasil